Sem tais armas



“Sem boas maneiras, você viverá desamparado da confiança dos outros”.
“Sem fortaleza, sucumbirá aos primeiros obstáculos do caminho”.
“Sem fé positiva, vagueará sem rumo.”
“Sem devotar-se ao bem, experimentará terrível endurecimento”.
“Sem exemplos nobres, passará inutilmente pelo mundo”.
“Sem trabalho digno, o tédio apodrecerá suas energias”.
“Sem esforço próprio, jamais alcançará as portas do Alto”.
“Sem esperança, suas noites terrestres serão mais escuras”.
“Sem compreensão, dolorosa lhe será a jornada, através das sombras”.
“Sem espírito de renúncia, você não educará a ninguém”.
Mensagem extraída do livro “Agenda Cristã”, psicografado por Francisco Cândido Xavier
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Problemas pessoais


“A fé viva não é patrimônio transferível. É conquista pessoal”.
“A felicidade legítima não é mercadoria que se empresta. É realização íntima”.
“A graça do céu não desce a esmo. Tem que ser merecida”.
“A melhor caridade não é a que se faz por substitutos. Cabe-nos executá-la por nós mesmos”.
“A fortaleza moral não é produto de rogos alheios. Provém do nosso esforço na resistência para o bem”.
“A esperança fiel não se nos fixa no coração através de simples contágio. É fruto de compreensão mais alta”.
“O verdadeiro amor não nasce das sombras do desejo. É fonte cristalina e inexaurível do espírito eterno”.
“O conhecimento real não é construção de alguns dias. É obra do tempo”.
“O paraíso jamais será adquirido pela sagacidade da compra. É atingível pela nossa boa-vontade em fugir ao purgatório ou ao inferno da própria consciência”.
“A proteção da Esfera Superior é inegável para todos nós que ainda nos movimentamos na sombra. Ai de nós, todavia, se não procurarmos as bênçãos da luz!...”
Mensagem extraída do livro “Agenda cristã”, psicografada por Francisco Cândido Xavier.
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Amai os vossos inimigos

Emmanuel
"Quando o Mestre nos recomendou amor aos inimigos, não nos induziu à genuflexão improdutiva à frente de nossos adversários.
Ninguém precisa oscular o lodo escuro do pântano a fim de auxiliá-lo.
Ninguém necessita introduzir um espinho no próprio coração, a pretexto de aniquilar-lhe a expressão dilacerante.
O Senhor pede entendimento.
Imaginemo-nos na posição dos nossos inimigos, gratuitos ou não, e observemos como seria a nossa conduta se estivéssemos em lugar deles.
Permanecerá o nosso adversário em nossa posição de madureza espiritual quando conseguirmos examiná-lo com segurança moral?
Terá tido as mesmas oportunidades de que já dispomos para conhecer a verdade e semear o bem?
Guardaríamos o coração sem fel se nos demorássemos na posição onde se encontram, muitas vezes , dominados pela ignorância ou pelo desespero?
Assumiríamos conduta diferente daquela que lhes assinala as atividades, se fôssemos constrangidos a atravessar a zona empedrada em que jornadeiam?
Dificilmente chegaríamos a conclusões afirmativas.
Jesus, por isso, pede, acima de tudo, esquecimento do mal e disposição sincera para o bem, com atitudes positivas de boa vontade, a fim de que os nossos adversários nos identifiquem, com mais clareza, as boas intenções.
Recebamos o inimigo como instrutor e auxiliá-lo-emos a dilatar a visão que lhe é própria.
A compreensão é a raiz da verdadeira fraternidade.
Aprendamos, assim, a perceber a luz onde a luz se encontra, a fim de que nos armemos contra o poderio das trevas em nosso coração.
A boa vontade realiza milagres em nossa vida, se estamos realmente dispostos a caminhar para os cimos da vida.
Lembremo-nos de que Jesus, até hoje, está trabalhando no auxílio aos inimigos e o único caminho por Ele escolhido para esse apostolado de amor, é o caminho do sentimento, porque só aquele que sabe conquistar o coração dos adversários pela cooperação e pela boa vontade pode, efetivamente, inflamar-se ao Sol do Amor Eterno, com a vitória sobre si mesmo, na subida espinhosa e santificante para a Glória Imortal.
Mensagem extraída do livro "A verdade responde", psicografada por Francisco Cândido Xavier
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Cólera e nós - Prejuízos da irritação

Emmanuel
Não farias explodir uma bomba dentro de casa, comprometendo a vida daqueles que mais ama. No entanto, por vezes, não vacilamos em detonar a dinamite da cólera, aniquilando as energias dos companheiros que nos trazem apoio e cooperação.
Nesse sentido, vale destacar que cada um de nós desempenha papel determinado na construção do benefício comum; e se contamos, na execução dos nossos deveres, com amigos abnegados, capazes do mais alto sacrifício em nosso favor, temos, ainda, nas linhas da existência, aqueles espíritos que se erigem à condição de nossos credores, com os quais ainda não nos quitamos, de todo, no terreno das contas pessoais, transferidas à contabilidade pelo saldo devedor de passadas reencarnações. Ocultos na invisibilidade, por efeito da diferença vibratória no estado específico da matéria sutil em que se localizam, quando desencarnados, ou mesmo revestidos na armadura de carne e osso, no plano físico, eles se instalam na sombra da antipatia sistemática ou da perseguição gratuita, experimentando-nos com persistência admirável os propósitos e testemunhos de melhoria interior.
É assim que vamos vencendo em exames diversos, opondo valores morais entesourados na alma ao assédio das provas, como sejam paciência na adversidade, resistência na dor, fé nos instantes de incerteza e generosidade perante as múltiplas solicitações do caminho...Chega, porém, o dia em que somos intimados ao teste da dignidade pessoal. Seja pelo dardo do insulto ou pelo espinho da desconsideração, somos alvejados no amor-próprio, e se não dispomos suficientemente de humildade e compaixão, eis que a altivez ferida se assemelha em nós ao estopim afogueado de que a cólera irrompe em fuzilaria de pensamentos descontrolados, arruinando-nos preciosas edificações espirituais do presente e do futuro.Estejamos alerta contra semelhante poder fulminativo, orando e abençoando, servindo e desculpando, esquecendo o mal e restaurando o bem.
Decerto, nem sempre a doçura pode ser a marca de nosso verbo ou de nossa atitude, porquanto, momentos surgem nos quais o bem geral reclama a governança da providência rija ou da frase salgada de advertência, mas é preciso não olvidar que a cólera a nada remedeia, em tempo algum, e que, além de tudo, ela estabelece fácil ganho de causa a todos aqueles que, por força de nossa evolução deficitária, ainda se nos alinham, nas trilhas da existência, à conta de nossos inimigos e obsessores.


Mensagem extraída do livro "Encontro marcado", psicografada por Francisco Cândido Xavier
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No reino da palavra

Não grite.
Conserve calma.
Use a imaginação sem excesso.
Fale com inteligência, sem exibição de cultura.
Responda serenamente em toda questão difícil.
Evite a maledicência.
Fuja a comparações, a fim de que seu verbo não venha a te ferir.
Abstenha-se de todo adjetivo desagradável para pessoas, coisas e circunstâncias.
Guarde uma frase sorridente e amiga para toda situação inevitável.
Recorde que Jesus nos legou o Evangelho, exemplificando, mas conversando também.

(Mensagem extraída do livro "Aulas da vida", psicografado por Francisco Cândido Xavier.)
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Aulas da vida

Emmanuel
"Diante da orientação espírita que te esclarece, não te afastes da lógica, a fim de que não te gastes sem proveito, embaraçando o orçamento das próprias forças com aborrecimentos inúteis.

Diariamente, batem às portas do além aqueles que abreviaram a quota do tempo que poderiam desfrutar na Terra, adquirindo problemas da desencarnação prematura.

É que, por toda a parte, transitam portadores de aflições excedentes. Não satisfeitos com as responsabilidades que a existência lhes impõe, amontoam cargas de sofrimentos imaginários.

Há os que percebem salário compensador e desregram-se na revolta, porque determinado companheiro lhes tomou a frente no destaque convencional, muitas vezes para sofrer o peso de compromissos que seriam incapazes de suportar.

Há os que dispõem de excelente saúde, com atividades leves nos deveres comuns, arrepelando-se desgostosos, por verem adiado o período de férias, quando, com isso, estão sendo desviados de experiências impróprias a que seriam fatalmente impelidos pelo repouso inoportuno.

Há os que possuem recursos materiais suficientes ao próprio conforto e se lastimam, insones, por haverem perdido certo negócio que lhes conferiria maiores vantagens, dentro das quais talvez viessem a conhecer a criminalidade e a loucura.

Há os que colecionam gavetas superlotadas de adornos caros e caem no desespero com a perda de uma jóia de uso pessoal, cujo desaparecimento é o meio de situá-los a cavaleiro de possíveis assaltos da cobiça e da violência.

E existem, ainda, aqueles outros que se abastecem no guarda-roupa recheado e gritam contra o costureiro que se desviou do modelo encomendado; os que são donos de casa sólida e adoecem por não conseguirem abatê-la, de pronto, a fim de reconstruí-la segundo novos caprichos; os que se aboletam em automóvel acolhedor, mas inquietam-se por não poderem trocá-lo, de imediato, pelo carro de último tipo; e os que se sentam à mesa provida de cinco pratos diferentes e encolerizam-se por não encontrarem o quitute predileto.

"Bem-aventurados os aflitos! - disse Jesus. Felizes, sim, de todos os que carregam seus fardos com diligência e serenidade, mas estejamos convictos de que toda a aflição excedente complica o itinerário da vida e corre por nossa conta".

(Mensagem extraída do livro "Aulas da vida", psicografada por Francisco Cândido क्साविएर).
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Harmonia

"Guarde o coração em paz, à frente de todas as situações e de todas as coisas. Todos os patrimônios da vida pertencem a Deus
Apóie-se no dever rigorosamente cumprido. Não há equilíbrio físico sem harmonia espiritual.
Cultive o hábito da oração. A prece é luz na defesa do corpo e da alma.
Ocupe o seu tempo disponível com o trabalho proveitoso, sem esquecer o descanso imprescíndivel ao justo refazimento. A sugestão das trevas chega até nós pela hora vazia.
Estude sempre. A renovação das idéias favorece a sábia renovação das células orgânicas.
Evite a cólera. Enraivecer-se é animalizar-se, caindo nas sombras de baixo nível.
Fuja à maledicência. O lodo agitado atinge a quem o revolve.
Sempre que possível, respire a longos haustos e não olvide o banho diário, ainda que ligeiro. O ar puro é precioso alimento e a limpeza é simples obrigação.
Coma pouco. A criatura sensata come para viver, enquanto a criatura imprudente vive para comer.
Use a paciência e o perdão infatigavelmente. Todos nós temos sido caridosamente tolerados pela Bondade Divina milhões de vezes e conservar o coração no vinagre da intolerância é provocar a própria queda na morte inútil.

(Mensagem extraída do livro "Aulas da vida", psicografada por Francisco Cândido क्साविएर)
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Sinal Verde

"Nunca desestime a importância dos outros.
Frequentemente só pensamos na crítica com que os outros nos possam alvejar, esquecendo-nos de que é igualmente dos outros que recebemos a força para viver.
O auxílio ao próximo é o seu melhor investimento.
Valorize os outros, a fim de que os outros valorizem você.
Pense nos outros, não em termos de angelitude ou perversidade, mas na condição de seres humanos com necessidades e sonhos, problemas e lutas semelhantes aos seus.
Se a solidão valesse, as Leis de Deus não fariam o seu nascimento na Terra entre duas criaturas, convertendo você em terceira pessoa para construir um grupo maior.

(Mensagem extraída do livro "Sinal verde", psicografado por Francisco Cândido Xavier.)
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"A casa não é apenas um refúgio de madeira ou alvenaria, é o lar onde a união e o companheirismo se desenvolvem.

A paisagem social da Terra se transformaria imediatamente para melhor se todos nós, quando na condição de espíritos encarnados, nos tratássemos, dentro de casa, pelo menos com a cortesia que dispensamos aos nossos amigos.

Respeite a higiene, mas não transfigure a limpeza em assunto de obsessão.
Enfeite o seu lar com os recursos da gentileza e do bom humor.
Colabore no trabalho caseiro tanto quanto possível.

Sem organização de horário e previsão de tarefas é impossível conservar a ordem e a tranquilidade dentro de casa.

Recorde que você precisa tanto de seus parentes quanto seus parentes precisam de você.
Os pequeninos sacrifícios em família formam a base da felicidade no lar.

(Mensagem extraída do livro "Sinal verde", psicografado por Francisco Cândido क्साविएर)
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No Lar

"A casa não é apenas um refúgio de madeira ou alvenaria, é o lar onde a união e o companheirismo se desenvolvem.
A paisagem social da Terra se transformaria imediatamente para melhor se todos nós, quando na condição de espíritos encarnados, nos tratássemos, dentro de casa, pelo menos com a cortesia que dispensamos aos nossos amigos.
Respeite a higiene, mas não transfigure a limpeza em assunto de obsessão.
Enfeite o seu lar com os recursos da gentileza e do bom humor.
Colabore no trabalho caseiro tanto quanto possível.
Sem organização de horário e previsão de tarefas é impossível conservar a ordem e a tranquilidade dentro de casa.
Recorde que você precisa tanto de seus parentes quanto seus parentes precisam de você.
Os pequeninos sacrifícios em família formam a base da felicidade no lar.

Mensagem extraída do livro "Sinal verde", psicografado por Francisco Cândido Xavier
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Paciência

"Se tiveres paciência, serás o sustentáculo do instituto doméstico, evitando conflitos e contendas entre aqueles que mais amas.

Se tiveres paciência, auxiliarás ao colega de trabalho na inexperiência que demonstre, amparando-lhe o espírito contra a inquietação do desemprego e angariando um amigo para o dia de tuas necessidades.

Se tiveres paciência com os amigos de teu grupo social, conseguirás vaciná-los contra o delírio da discórdia e contra o frio do desânimo.

Se tiveres paciência com o teu próprio corpo, abstendo-te dos desmandos da cólera e das extravagâncias da alimentação, resguardarás a própria saúde.

Se tiveres paciência, saberás cultivar a tolerância e a cortesia, nas vias públicas, sobrepondo-te, quase sempre, aos assaltos da delinquência.

Se tiveres paciência, a paz em ti se te fará clima da esperança e do otimismo, que te sustentarão nos caminhos do Bem.

(Mensagem extraída do livro "Nós", psicografada por Francisco Cândido Xavier.)
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Libertação

Se desejas a bênção da paz, simplifica a própria vida para que a tranquilidade te favoreça.
Muitos recorrem ao auxílio dos outros, esquecendo a necessidade do auxílio a si mesmos. Encarceram-se no cipoal das preocupações sem proveito, adquirindo compromissos que lhes prejudicam a senda e acabam suplicando o socorro da caridade quando, mais avisados, poderiam entesourar amplos recursos para a assistência generosa aos mais desfavorecidos do mundo, empregando o talento das horas nas mais ricas sementeiras de simpatia.
É que se extraviam nas ambições desregradas, buscando para si próprios os grilhões do sofrimento ou afixando aos ombros frágeis pesados fardos, difíceis de suportar।
Não se contentam em viver com segurança o dia que o Senhor lhes concede। Preferem lamentar por antecipação as tempestades prováveis do amanhã remoto que, talvez, jamais sobrevenham।
Não se conformam com o pão abençoado de hoje. Reclamam celeiro farto para longo tempo, à frente da vida, ignorando as alterações e provas que os espreitam.
Não se alegram com o agasalho valioso de agora। Exigem guarda-roupa repleto e variado de que provavelmente não mais utilizarão, enquanto companheiros da jornada humana exibem a pele desnuda e fria। Não se resignam a possuir o dinheiro prestimoso que lhes soluciona os problemas da hora em curso। Suspiram pela caderneta de banco, dominadora e invejável, que lhes marque o nome com a melhor expressão financeira, não obstante a penúria que, muitas vezes, magoa o lar alheio.
Aprende a viver o minuto que Deus te empresta no corpo físico, amealhando a luz do conhecimento nobre e fazendo aos outros o bem que possas.
Auxilia, perdoa, trabalha, ama e serve, gerando sensatamente os recursos que o Céu te situou no caminho e nas mãos, como quem sabe que a Contabilidade Divina a todos nos procura no grave instante do acerto justo.
E, simplificando as próprias experiências, reconhecer-te-ás mais leve e mais feliz, habilitando-te, por fim, à libertação espiritual que, infalivelmente, convocar-te-á, hoje ou amanhã, para o regresso à Vida Maior.
(Mensagem extraída do livro "Nós", psicografado por Francisco Cândido क्साविएर)
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